Mostrando postagens com marcador Indicadores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Indicadores. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Número de brasileiros pelo mundo

Tive curiosidade recentemente de saber quantos brasileiros residem fora do Brasil. Segundo o Ministério das Relações Exteriores (MRE), na segunda edição de Setembro de 2009, há 3. 040.993 brasileiros no exterior (equivalente a cidade de Salvador, a terceira cidade mais populosa do Brasil) espalhados pelos 5 continentes do mundo:

AMÉRICA: 1.843.937 brasileiros
Pela proximidade com o Brasil, faz sentido a América ser o país com maior número de brasileiros fora do nosso território, seria o equivalente a população da cidade de Manaus espalhada pela América. Sem dúvida o país com o maior número de brasileiros fora do Brasil está nos Estados Unidos. Sei também que o maior número de chineses fora da China fica nos Estados Unidos também.

Na América Central o país com o maior número de brasileiros é Cuba, sei que tem muitos estudantes universitários brasileiros lá, principalmente estudando medicina. Na América do Sul, o maior número de brasileiros está no Paraguai, tem até um termo chamado "brasiguaios" para denominar os brasileiros que alí vivem. Quando eu conheci a Cidade do Leste eu me senti no Brasil, eu só escutava português...podíamos anexar o Paraguai de uma vez e aumentar o território brasileiro! hehe

EUROPA 816.257 brasileiros
Neste frio continente muitos brasileiros se fixaram principalmente no Reino Unido, seguido por Portugal e Espanha. O que será que brasileiros fazem na Eslovênia ou então na Sérvia...fica a minha curiosidade.

ÁSIA 289.557
Na Ásia, o Japão tem o maior número de brasileiros, principalmente os descendentes como nissei (filho de japoneses), sansei (neto de japoneses) e yonsei (bisneto de japoneses). Vou aproveitar o momento e mandar um alô para minha amiga geógrafa sansei Claudia que amanhã chega no Japão e já me prometeu um post para o blog! Apesar de todo alvoroço sobre o Japão ela firmemente manteve suas férias no país, eu também não cancelaria por nada.

ÁFRICA: 36.852 brasileiros
No continente africano, a Angola tem o maior número de brasileiros seguido por Moçambique, faz sentido, nesses dois países fala português.

ORIENTE MÉDIO: 31.890 brasileiros
Israel tem o maior número de brasileiros, essa realmente foi novidade pra mim. A comunidade de judeus em São Paulo é grande e tem até mercados específicos em Higienópolis. O Líbano aparece em segundo lugar, também com uma forte influência no Brasil, recentemente conheci o Lebanon Center Market no Bom Retiro, enloqueci com os produtos!

OCEANIA: 22.500 brasileiros

Neste continente Austrália e Nova Zelândia tem o maior número de brasileiros, ao menos estão próximos do Trópico de Capricórnio, o que proporciona clima mais ameno.

Basicamente, esses são os números dos brasileiros pelo mundo!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Tendência mundial: homens e mulheres, aborto e saúde

Segundo dados da ONU sobre a população mundial há 50,4% de homens e 49,6% de mulheres. Fiz o cálculo em relação a 6,9 bilhões de habitantes e deu uma diferença de aproximadamente 55 milhões a mais de homens na Terra, quase a população da Itália inteira!

A diferença entre número de homens e mulheres é observado até os 49 anos de idade porque a partir de 50 anos, o número de mulheres passa a ser maior. As mulheres vivem mais! Yes!

Essa relação não é igual em todos os países, na China por exemplo o número de mulheres será maior que homens aos 70 anos de idade, na Rússia a partir dos 35 anos de idade já há mais mulheres que homens!

Podemos concluir que as mulheres começam em desvantagem e depois compensa essa diferença mais na frente. Não a tôa a expectativa de vida da mulher é maior que a do homem. Nós mulheres vivemos mais que os homens, fato comprovado em todas as regiões do globo terrestre, figura ao lado!

Bom, por que essa diferença de homens e mulheres? Os países asiáticos em geral tem uma preferência maior por ter meninos como China, Índia, Paquistão e Bangladesh! O número maior de meninos vem principalmente desses países populosos que valorizam o nascimento de meninos em relação a meninas!

Também não é por acaso que em 2003 apenas no continente asiático ocorreram 26 milhões de abortos, o equivalente a população da Venezuela inteira.

Sim, em muitos casos é porque se descobre que será menina e a preferência dos casais é por meninos. Em alguns países quando sabe-se que é menina, opta-se pelo aborto. Um horror, mas isso acontece!

Segundo dados da ONU, foram 42 milhões de abortos no mundo em 2003, sendo que 61% dos abortos ocorreram na Ásia. Temos também que 83% dos abortos ocorrem nas regiões menos desenvolvidas. É assustador esses números! Eu pelo menos achei!

Como chegaram nesse número eu não sei, trata-se de um assunto muito delicado, mas enfim, são dados da ONU.

Por fim vamos analisar a saúde no mundo, nos homens e nas mulheres.

Não é novidade, pelo menos pra mim, que as doenças cardiovasculares são as que mais matam no mundo e pela figura as mulheres serão as maiores vítimas. Na minha análise como a mulher vive mais, é natural que ela vai desenvolver e morrer de doença cardiovascular.

As doenças cardiovasculares são percentualmente mais altas na Europa também devido a população idosa no continente. Segundo um chef de cozinha, não fomos programados para viver mais que 50 anos, como ultrapassamos essa barreira vamos conviver com as doenças cardiovasculares.

Enfim, vamos evitar o consumo de cigarros, açúcares, gorduras e tudo que contribui para as doenças cardiovasculres diante dos números da ONU que não são nada animadores.

Ao menos é fato que nós mulheres vivemos mais que os homens apesar da desvantagem inicial! hehehe

domingo, 28 de novembro de 2010

Um novo tipo de arranjo familiar: Família DINC

Um novo estilo de vida começa a surgir nos grandes centros urbanos do mundo. As pesquisas sócio-demográficas tem detectado um tipo de família denominado por DINC -Duplo Ingresso, Nenhuma Criança- ou em inglês DINK - Double Income No Kids. São casais que estão formalmente casados e optaram por não terem filhos. Família DINC é um dos diversos tipos de termos para analisar as características de uma população e no caso aqui, de um tipo de arranjo familiar.

Trata-se de um fenômeno social importante já detectado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar. Vejamos, em 1996, do total dos domicílios brasileiros, haviam 2,7% de famílias DINC, em 2006 esse percentual subiu para 3,7%, ou seja, em termos absolutos isso significou aumento em 90% em 10 anos. O crescimento do número de famílias DINC não é uma particularidade do Brasil, no mundo todo esse fenômeno social vem aumentando, vou resumir a idéia aqui.

Os estudos demográficos mostram uma relação direta com os desdobramentos da Revolução Industrial e o surgimento das áreas urbanas. No começo as taxas de natalidade e mortalidade são altas e com o tempo e as transformações da área urbana há melhoria da qualidade de vida, redução da mortalidade, da natalidade e da fecundidade tendendo a um crescimento estável. Essa é basicamente a regra.

O dado mais legal é o da redução da taxa de fecundidade, no mundo a mulher vem tendo cada vez menos filhos, mas quando pensamos na família DINC é falar da mulher que contribui para a taxa zero de fecundidade. Isso a longo prazo representa uma rápida diminuição da população e impactos econômicos para o país. Não investiguei os dados desse fenômeno nos países desenvolvidos, o que deve ser interessante uma vez que esses países de crescimento estável e até mesmo negativo deverão sofrer, se já não estão sofrendo, redução do crescimento econômico.

É fato que onde há pessoas há consumo e há crescimento econômico, é até óbvio. O crescimento econômico de um país, está diretamente ligado às áreas urbanas. O fato é que nas áreas urbanas as relações sociais estão cada vez mais difíceis o que torna absolutamente normal um casal que opta pela auto-satisfação sem se preocupar com as futuras gerações. Esse fenômeno pode perfeitamente coexistir com os outros arranjos familiares clássicos do tipo casais com filhos, mas nem sempre são bem vistos, vejam esse trecho:

"Embora o casal DINC tenha, em geral, maior renda, maiores níveis educacionais, melhores condições de moradia, maior nível de consumo e carreiras mais promissoras no mercado de trabalho, existe uma certa discriminação social na medida em estes casais não deixam descendentes, herdeiros e não garantem a perpetuação da linhagem da família. Isso acontece tanto no Brasil como em outras partes do mundo, inclusive na China."

O preconceito existe, é fato! Eu sei de um casal DINC que vivem muito bem e tenho algumas amigas que já decidiram que não terão filhos. Eu ainda não me decidi em qual arranjo familiar vou me enquadrar na demografia do meu país mas, sou simpatizante da dink family sim...hehehe O mundo mudou demais, os valores mudaram e pra quem já trabalhou ou trabalha com crianças e adolescentes sabe que a situação não é das melhores, dá medo! Dados do censo de 2000 já mostravam que de cada 5 bebês, 1 crescia com pais separados, mal posso esperar para saber os resultados do censo deste ano de 2010, com certeza deve ter aumentado.

A minha impressão é de que o impacto de uma criança com pais separados seja pior que uma família DINC, o impacto emocional para a criança é na maioria das vezes ruim, eu vejo isso direto. O emocional e o cognitivo andam juntos e o bom desempenho profissional depende sim de uma boa base familiar. Mas a sociedade aceita mais um família separada ou famílias mosaico por serem frequentes, já nem nos assustamos mais, que uma família DINC. Família mosaico são aquelas do tipo "irmão por parte de mãe, irmão por parte de pai" e por aí vai, esses cada vez mais frequentes mesmo!

Acredito também que o impacto da família DINC seja pior para as áreas urbanas que crescem a um ritmo lento. Logo vou postar um dado interessante de crescimento em áreas urbanas no mundo, me aguardem!

Enfim, achei o tema interessante, espero que tenham gostado. Aguardo comentários!

terça-feira, 6 de abril de 2010

Número de homicídios no mundo e no Brasil

O Instituto Sangari publicou este ano um mapa da violência no Brasil e faz também um comparativo com outros países. Eu achei que ficou muito boa a pesquisa que resolvi escrever este post.

A violência é um problema no mundo. Os dados que o instituto mostra são de casos em que a violência chega ao seu ponto extremo, ou seja, quando o fim é trágico com o uso de arma de fogo. A isso da-se o nome de homicídio, quando a morte ocorre por uso de arma de fogo. Mas o registro de homicídio é a ponta do iceberg ou uma pequena porção do topo de uma pirâmide que esconde a violência que não chega a ser registrada e muito menos contabilizada.

No mundo aproximadamente 0,5 milhão de pessoas morrem por homicídio por ano, meu amigo no post de suicídio relatou que 1 milhão de pessoas se matam por ano. Pensando assim, o suicídio é bem pior que o homicídio. Mesmo somando os dois casos de morte não dá a maior causa de morte do mundo, as doenças cardiovasculares que sem sombra de dúvidas são as que mais matam, são aproximadamente 11 milhões de morte por ano.


A tabela ao lado mostra o ranking da taxa de homicídio por 100.000 habitantes da população total de 91 países. A América Latina e a América Central tem as maiores taxas de homicídio quando comparadas com outros continentes.

A Colômbia durante muitas décadas ocupou o primeiro lugar do ranking de homicídios no mundo, mas os dados mais recentes apontam para El Salvador como o país com maior taxa de homicído do mundo. O Brasil sempre aparecia depois da Colômbia, mas agora o Brasil caiu para a sexta posição.

Isso não significa necessariamente que a Colômbia e o Brasil melhoraram mas pode indicar que aumentou muito a taxa de homicídio em outros países. Mas a consultora aponta uma discreta redução das taxas tanto do Brasil quanto da Colômbia.

No Brasil houve uma redução das taxas nas maiores cidades e aumento em cidades médias e pequenas devido principalmente às migrações de retorno. Talvez isso explique porque aumentou muito a taxa de homicídio de Belo Horizonte por exemplo.


A figura ao lado mostra as taxas de homicídio em 1997 e em 2007 nas capitais dos 26 estados brasileiros mais Brasília no Distrito Federal.
Recife sompre foi a cidade com a maior taxa do Brasil mas agora perdeu o posto para Maceió. Vitória também sempre escutei dizer que era perigosa, está em 3 lugar agora. Rio de Janeiro tinha a terceira maior taxa de homicídio do Brasil em 1997 e em 2007 está na 14 posição.
E por incrível que possa parecer São Paulo que ocupava o 4 lugar em 1997, em 2007 ocupa a 26 posição no Brasil, que curioso!
É difícil perceber os registros no dia-a-dia. Eu lembro de um amigo meu de Porto Velho que morou um ano em São Paulo e disse que achava pelo que a televisão mostrava parecia que São Paulo era super perigosa. Ele depois me falou que a visão dele mudou, ele achava Porto Velho mais perigosa que São Paulo. Se olhar os dados, até que bate mesmo com os registros.
Conheci bem Maceió e Vitória e nunca vi nada de anormal quanto a violência e quero voltar para essas cidades muitas vezes para passear. Sinto aquela sensação de estar numa cidade que tem terremoto mas eu não senti absolutamente nada no dia do tremor, como aconteceu em São Francisco.
Fico com a impressão que uma coisa é o registro e outra é a distribuição espacial e temporal efetiva do fenômeno. Ponto para a complexidade do território, isso sim não é nada fácil de entender, não é óbvio!
Agora, se você perguntar para alguém ao seu redor se conhece alguém que tenha pressão alta, diabetes, se fuma, se teve infarto ou avc, stress, depressão e ansiedade...verá que esses eventos espacialmente são mais presente nas relações sociais que estabelecemos dia-a-dia e que isso faz sentido com as projeções da OMS.

domingo, 21 de março de 2010

As maiores taxas de suicídio no mundo

De acordo com a Organização Mundial da Saúde o suicídio está entre as 20 primeiras causas de morte no mundo para todas as faixas etárias. Todo ano cerca de 1 milhão de pessoas morrem por suicício, sendo o número de tentativas de suicídio muito maior.
O mapa a seguir apresenta a distribuição das taxas pelo mundo.

Observando-se a distribuição espacial das taxas por suicídio em vários países do mundo, pode-se perceber que a taxa no Brasil, assim como na maior parte dos países da América do Sul, é inferior a 6,5 por 100.000 habitantes.
EUA, Canadá, Portugal, Espanha, Alemanhã, Índia e Austrália apresentam taxa de 6,5 a 13 por 100.000 habitantes. França, Suécia, Rússia, China, Japão as taxas ficam acima de 13 por 100.000 habitantes. Os países do leste europeu apresentam as maiores taxas. Os países bálticos Letônia, Estônia e Lituânia possuem uma taxa de aproximadamente 42 por 100.000.
É interessante notar que esses países são vizinhos e possuem características históricas, socioeconômicas e políticas semelhantes.

A tabela a seguir apresenta os 10 países com a maior taxa de suicídio. Pode-se observar que a taxa entre os homens é maior em relação às mulheres. Nem todos os países seguem a regra, China e Índia apresentam elevadas taxas entre as mulheres.
No caso de tentativas de suicídio, a situação se inverte, as mulheres tentam mais que os homens.
Os fatores de risco segundo a OMS são:
a) Sócio demográfico:
  • Sexo masculino
  • Faixa Etária entre 15 e 35 anos e acima de 75 anos
  • Estratos econômicos extremos (altos ou baixos)
  • Solteiros ou separados
  • Migrantes
  • Isolamento social
  • Residente em áreas urbanas
  • Desempregados
  • Países onde a religião é proibida>países de religião asiática>países protestantes> países católicos romanos> países muçulmanos (>: significa "tende a cometerem mais suicídio que")
b) Psiquiátricos:
  • Depressão
  • Transtorno bipolar
  • Esquizofrenia
  • Transtorno de ansiedade
Sabe-se que mais de 90% das pessoas que cometem suicídio possui algum tipo de doença mental, sendo a depressão a doença mais comum. Logo, o tratamento dessas doenças seria uma medida de prevenção ao suicídio. Outras medidas de prevenção inluem acesso a armas de fogo, drogas, substâncias tóxicas.
Autor: Geógrafo Mestre Daniel Hideki Bando (danhideki@gmail.com)
PS:
1) Pessoal, abri espaço para o meu querido amigo geógrafo Daniel, ele estuda o suicídio e vai publicar um livro dentro de breve sobre o assunto com os resultados para São Paulo.
2) Ainda bem que na América Latina as pessoas se suicidam menos...hehehe Observem como os países de clima muito frio se suicidam mais...interessante!
3) Os homens se matam mais que as mulheres...hahahaha Adorei o item da religião! Muito interessante os fatores de risco!
4) Muito obrigada Daniel pelo post!!!!!! ARIGATÔ!!!!!!!

sexta-feira, 12 de março de 2010

O indicador da felicidade!

Há diversos indicadores no mundo hoje...inflação, ipca, bovespa, poupança, selic, PIB, IDH e etc. Os indicadores são dados ou informações numéricas para quantificar o desempenho seja da inflação, da bolsa de valores ou qualquer outra coisa que se meça, com característica fundamentalmente quantitativa.
Todo indicador apresenta generalizações porque a realidade é complexa e seria muita inocência acreditar 100% em um indicador, mas são de extrema importância no mundo hoje. Os indicadores esbarram naquele probleminha que eu adoro, a escala. É fácil dizer que o índice de violência no Brasil é alto, o difícil é dizer exatamente onde isso acontece. Ainda bem que a realidade é complexa, se a vida se resumir a somente analisar indicadores e tomar decisões baseadas nelas..a chance de errar é muito grande.

Um indicador que eu amei saber que existe é o indicador da Felicidade Interna Bruta (FIB) criado em Butão em 1972 pelo rei Jighme como parte da política pública para substituir o Produto Interno Bruto (PIB).


O FIB analisa 9 dimensões:

1) bom padrão de vida econômica
2) boa governaça
3) educação de qualidade
4) saúde
5) vitalidade comunitária
6) proteção ambiental
7) acesso à cultura
8) gerenciamento equilibrado do tempo
9) bem estar psicológico

Uma curiosidade sobre os butaneses, são povos simples, hospitaleiros e muito gentis. Eles não se estressam, não tem pressa e não são impacientes. Foi o primeiro país a banir a venda de tabaco no mundo...ou seja, não se vende cigarro em Butão. Fumar é permitido, mas a venda é proibida. É um povo que prega a paz, compaixão e a não-violência. Que lindo!

O único problema que encontrei no país é que eles adoram pimenta ....hehehehe Ah, uma coisa bacana, a poligamia lá é liberada tanto para homens quanto para mulheres. Tá aí, já amo o Butão a priori....hehehe Acho que eles estão certos! Já quero passar férias no Butão! hahahah

Bom, tudo isso pra dizer que há países que se preocupam efetivamente em medir o que a população sente. O Brasil também começou a seguir essa linha e medir o que a população brasileira sente como parte do programa da ONU, falarei disso em outro post.

Parece brincadeira mas daqui pra frente os indicadores baseados em análise qualitativa serão muito valorizados!