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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Treino de corrida na Estrada Velha de Santos

Há muito tempo  eu ensaiva treinar na estrada velha de Santos no trecho que fica em São Bernardo do Campo, região da Serra do Mar. Um querido amigo morador de SBC é fotógrafo e está sempre na região tirando fotos das pessoas que alí treinam. Muitos corredores conhecem ele, é o Rafael Fotográfico! No meu terceiro dia de férias decidi que ia correr alí. É possível treinar diferentes distâncias, do Parque Estoril até o Portal da entrada do Parque Estadual tem 10K. Eu como fui para testar chegar lá de ônibus e acabei encontrando meu amigo que meu deu carona na volta, treinei 8K.

Para quem vai de carro é bem fácil, basta seguir pela rodovia anchieta e seguir as placas de Riacho Grande e depois pegar a entrada para a rodovia Caminhos do Mar. Já havia ido algumas vezes de carro mas queria muito chegar nessa região de ônibus, já que por enquanto não tenho carro.

Para quem vai de ônibus, tem duas opções: 

1. Ir de Trem até Ribeirão Pires e pegar o ônibus para São Bernardo do Campo que vai pela rodovia Índio Tibiriça e descer no cruzamento da rod. Índio Tibiriça com a Caminhos do Mar ou pedir para o cobrador avisar para descer perto do estância Alto da Serra, pronto chegou na região! Quando eu avistei um pessoal pedalando, pensei comigo, cheguei!!!!!

2. Minha volta foi a partir do terminal de ônibus em São Bernardo do Campo chamado Ferrazópolis e lá no terminal tem um ônibus chamado GLICÉRIO que o ponto final fica pertinho do metrô D. Pedro II e do terminal de ônibus. O ônibus é confortável de almofada, tão confortável que eu dormi...rsrsrs A partir do terminal Ferrazópolis também se chega no Portal do Parque da Serra do Mar.

Ou seja, tanto faz ir e voltar pela opção 1 ou 2 ou ir pela 1 e voltar pela 2, ou ir pela 2 e voltar pela 1. Para mim foi uma super aventura fazer esses dois caminhos de ônibus.

Nessa região é possível fazer treinos de 8K começando do cruzamento da rodovia Índio Tibiriça até o Portal de entrada do PE da Serra do Mar. Esse foi o primeiro treino que fiz na região, num dia ensolarado e quente. Correr numa estrada foi novidade pra mim e senti uma atmosfera diferente, me pareceu difícil, mas gostei bastante.

Ao lado sou eu e o ônibus que está voltando para o terminal Ferrazópolis, da opção 2 que relatei acima. Meu amigo Rafael ia na frente de carro e me esperava chegar. Procurei não demorar muito já que meu amigo me esperava na frente e todas as fotos ficaram incríveis. Eu gosto demais dessa região porque foi onde pela primeira vez fiz trilha de verdade e percebi o quanto eu precisava ter um condicionamento físico melhor. Já fui muito sedentária e hoje estou treinando para minha primeira maratona. Aqui abaixo sou eu fazendo graça com meus saltos para meu amigo fotógrafo!

No ano de 2015 corri muito na pista da Sumaré e em 2016 eu quero treinar mais vezes na estrada velha de Santos respirando um ar mais puro. Confesso que não foi a mesma coisa que correr no Parque do Ibirapuera, deu uma sensação de desafio essa estrada.
Além de correr eu amo fazer trilhas e como o Rafael Fotográfico também conhece todas as trilhas da região, ele aproveitou para me mostrar umas trilhas diferentes para eu voltar outras vezes com meus amigos. É possível também fazer um treino de corrida na trilha, tem umas poças de água consideráveis porque alí chove bastante.

Aqui em cima sou eu tentando desviar das poças de água, mas não teve muito jeito, tive que atolar o pé na lama e ainda fazer uma caminhada pelo rio Perequê. Meus amigos trilheiros que se preparem, 2016 voltaremos para explorar e apreciar as trilhas da Serra do Mar.


Fica então minha dica de passeio na estrada velha de Santos. Você não precisa necessariamente ir lá para correr. Vi um casal em que o namorado ensinava a namorada a andar de bicicleta, achei isso sensacional. Por incrível que possa parecer tem muita gente que não sabe andar de bike, na estrada velha de santos é bem tranquilo praticar pois não passa tanto carro do trecho da rod. índio tibiriça até o Portal.

Desejo um excelente ano de 2016 recheado de corridas e trilhas!

Fica aqui meu agradecimento ao melhor fotógrafo de corridas e trilheiro nato Rafael Fotográfico, me aguarde para mais clicks em 2016!!!!! Graças ao incentivo do Rafael hoje me sinto mais trilheira e corro também!

terça-feira, 30 de julho de 2013

Trilha do Ouro - Parque Nacional da Bocaina Parte II

No segundo dia de caminhada tínhamos 11 Km pela frente e saímos às 12h30. O calçamento de pedra já começa a surgir na nossa trilha. Essas pedras ou melhor dizer, rochas, foram colocadas pelos escravos no século XVIII no auge no ciclo do ouro no Brasil, por isso se chama Trilha do Ouro. O Ouro saía da cidade de Ouro Preto e era levado para o litoral para ser levado a Portugal.
 
Nós 4 fizemos bem boa parte desse trecho, faltando 2 Km para terminar a trilha encontramos um verdadeiro lamaçal. Havia chovido alguns dias atrás e como no caminho passam muitas mulas, fica muito difícil caminhar tranquilamente. Para o meu caso foi muito difícil, além de eu estar com tênis normal e com bolha nos 2 pés eu simplesmente tive que ir descalça...rsrs
Haviam muitas pontes com troncos estreitos e altos, alguns tinham um galho de apoio, outros tinham cabos de aço. Mas a travessia mais legal foi uma tirolesa com um apoio para colocar a mochila para atravessar o rio Mambucaba e finalmente chegar na casa do sr. Sebastião. Chegamos por volta das 17h00 quase escurecendo. Eu fiquei na pousada aliviada por ter conseguido chegar e o Erick tentou ver a cachoeira e os meninos Rafael e Marconi acamparam perto da Cachoeira do Veado. Não há energia elétrica e muito menos sinal de celular na região, eu consegui me sentir isolada de tudo e de todos e essa sensação é interessantíssima. Mais uma vez jantamos uma comida deliciosa feita com fogão a lenha.
Pensando na dificuldade que tive no lamaçal e conversando com a esposa do Tiãozinho eu perguntei se havia uma outra possibilidade de fazer o trecho final sem ser a pé. Ela me comentou que havia poucos dias que uma mulher havia feito a trilha em cima de uma mula e levou umas 4 horas. O preço era salgado R$200,00 mas naquele momento era minha única saída. Preciso agradecer o Erick por ter conseguido um belo desconto para mim...rsrsrs. Então ficou decidido que eu faria o trecho final em cima de uma mula como os tropeiros faziam no século XVIII.
A mula que me levou se chama Londrina e é linda e forte, fiquei encantada pela Londrina. O Tiãozinho foi puxando a mula a pé e eu fui montada na Londrina. O Tiãozinho faz o techo de 18 Km a pé em 4 horas com muita tranquilidade. O Erick veio logo atrás e veio acompanhando, com uma mochila de 20 Kg nas costas, o ritmo do Tiãozinho. Percebendo que o Erick tinha um excelente ritmo de caminhada o Tiãozinho ofereceu para levar a mochila dele na mula. A Londrinha carregou as duas mochilas e eu. A força da mula é impressionante, aprendi muito sobre elas e as comparações com os cavalos. Cheguei a perguntar qual o preço de uma mula...rsrsrs custa R$5.000, mais caro que uma moto! Não que eu esteja interessada em comprar uma mula...mas cheguei a brincar com o Tiãozinho dizendo que eu gostei tanto de andar na Londrina que seria capaz de seguir viagem até São Paulo com ela! hehehe
 
 Realmente esse trecho do terceiro dia é o mais difícil de todos e com um tênis comum é muito complicado. O ideal é estar de bota, há muitos atoleiros de lama. Para mim o fato de não precisar me preocupar em saber onde eu pisava eu consegui apreciar muito a paisagem e isso foi sensacional. Um fato interessante aconteceu, eu não senti medo de andar de mula, muito pelo contrário estava muito segura com ela. Mas houve um momento que a Londrina teve uma reação super estranha e o Tiãozinho explicou que isso acontece quando ela sente que a onça está por perto. Ou seja, nós estávamos muito perto da onça, que incrível!
 
Enfim conseguimos chegar no final da trilha em Mambucaba! Continua no post III.

Trilha do Ouro - Parque Nacional da Bocaina Parte I

É com muita alegria que escrevo esse post. Como muitos sabem eu adoro trilhas ou em inglês trekking e esse ano eu resolvi me dedicar a conhecer algumas trilhas no Brasil. Coincidentemente graças a este blog eu conheci um carioca chamado Erick Eas que é apaixonado por trilhas e um grande organizador e experiente em trilhas. Havia alguns meses que ele havia comentado que estava planejando fazer a Trilha do Ouro. Eu gostei muito da ideia e como estava de férias eu decidi topar fazer essa trilha. Confesso que pensei em desistir várias vezes pelo grau de dificuldade que ela apresenta, mas valeu super a pena vivenciar 3 dias de muitas aventuras na famosa Trilha do Ouro.
Começamos nossa expedição em São José do Barreiro- SP, uma cidade linda e aconchegante que pertence ao chamado Vale Histórico, região onde ocorreu a Revolução de 1932. Eu pernoitei na cidade de quinta para sexta quando chegaram o Erick, a Leonor, o Marconi e o Rafael todos vindos do estado do Rio de Janeiro, ou seja, eu era a única de São Paulo no grupo. Meus amigos de Sampa infelizmente não conseguiram ajustar as agendas. Principalmente meus amigos geógrafos que ficaram morrendo de inveja do meu trekking na Bocaina...rsrsrs
De São José do Barreiro até a entrada do Parque Nacional são 27 Km feitos num carro 4X4, um carro comum ainda não sobe em condições de chuva. Dentro de 1 ano aproximadamente o asfalto estará concluído. Nós contratamos o Tião da Barreirinha para nos buscar em São José do Barreiro e levar nossas mochilas cargueiras, isso custou R$35 para cada um.
 
 Da entrada do Parque até a pousada do Tião da Barreirinha são 18 Km de estrada de terra batida, boa parte do trecho é bem tranquilo de caminhar, mas há alguns trechos com lama. Nos primeiros 3 Km tem a Cachoeira Santo Izidro na foto acima, é linda e dá para tomar banho. O frio era tanto que eu não me arrisquei na água gelada, mas o Erick e o Rafael gostaram de entrar na água. Encontramos muitas araucárias nesse primeiro dia de caminhada, começamos com 1600 m de altitude e avistamos o chamado domínio dos Mares de Morros.

Faltando 3Km  dos 18 Km para terminar a trilha do primeiro dia por volta das 21h o Tião da Barreirinha foi nos buscar de carro porque estava muito tarde, parecia uma miragem quando eu vi o carro dele, que alívio. Andamos umas 3 horas com nossas lanternas ligadas e escutando barulho na mata, me assustei várias vezes. Enfim chegamos na aconchegante pousada do Tião da Barreirinha. Na foto acima mostra o jardim e o quarto todo de madeira com beliches e cobertores bem quentinhos. A diárias custa R70,00 e inclui janta, banho quente e café da manhã. Há que se dizer que a janta é feita num fogão a lenha, achei isso fantástico. Há chuveiro quente aquecidos pelo cano que vem do fogão a lenha. Havia uma lareira dentro de casa para nos aquecer já que fez de 2 graus a zero de temperatura. Pernoitamos e no dia seguinte fomos até o Pico do Gavião que está a 1650m de altitude.
Com tempo bom é possível avistar o mar do pico do Gavião, apresenta uma visão linda da região que o Mateus, filho do Tião, nos levou para conhecer. Depois, contratamos o serviço de mula para levar nossas mochilas da pousada do Tião da brreirinha até a outra pousada do Sebastião, ou Tiãozinho. Esse serviço custa R$100,00 e leva até 4 mochilas na mula, foto acima do canto direito.
 
Eu particularmente achei fantástico contar com os serviços de carregamento das nossas mochilas cargueiras. Sem mochila nas costas já era uma caminhada difícil, com a mochila talvez eu estivesse lá na Bocaina até agora. Nossa amiga Leonor teve uma queda que prejudicou o joelho e teve que voltar de carro para São José do Barreiro. Eu, Erick, Marconi e Felipe seguimos para 11 Km do início da trilha do ouro, mas a continuação dessa história ficará para a próximo post!

domingo, 28 de outubro de 2012

Manaus, uma cidade em crescimento!

Depois de 4 dias em um barco navegando pelo rio Madeira e rio Amazonas foi uma sensação absolutamente incrível chegar em Manaus, essa que foi a minha quinta visita a cidade. É uma cidade especial pra mim pois além de ter sido minha primeira grande viagem aos 6 anos é onde minha mãe viveu boa parte da vida dela e onde hoje temos muitos amigos na cidade. Talvez o mais incrível dessa cidade pra mim é o quanto a cidade mudou e continua mudando de 1988 até 2012. Hoje com meu olhar de geógrafa vejo o quanto foi rico ter conhecido ela desde pequena.
Em janeiro de 2009 quando estive lá pela última vez eu vi as obras da ponte do Rio Negro começando e agora em 2012 cá estou passeando nela assim que cheguei em Manaus. Essa ponte liga Manaus a Iranduba, uma obra gigantesca que já está valorizando absurdamente a antes pobre Iranduba que faz parte dessa região metropolitana com 2 milhões de habitantes, simplesmente 60% da população do estado do Amazonas. São 8 municípios da região metropolitana de Manaus: Manaus, Iranduba, Manacapuru, Itacoatiara, Presidente Figueiredo, Novo Airão, Careiro da Várzea e Rio Preto da Eva. Conheci só as 5 primeiras...rsrsrs

Se tem algo que adoro fazer em Manaus são os passeios de barco pelos lugares turísticos nos igarapés ao redor. Adoro os postos de gasolina em alto rio e o mais legal dessa foto é que esse posto no meio do rio Negro aceita muitos cartões de crédito e é muito organizado dentro com banheiro muito limpo e com água a vontade que o cliente não paga por ela. Adoro esse desenvolvimento no meio da Amazônia, simplesmente incrível. 

 Depois de passear um pouquinho mais chegamos numa escola de palafita na hora do lanche quando as crianças compram seu lanchinho de uma senhora numa canoa, amei essa foto! Havia muitos professores no barco e  ficaram encantados com essa escola.
O dono deste barco já tinha sido muito bacana comigo e minha mãe dando 50% de desconto do valor cobrado pelos outros turistas que compraram esse passeio de agência e ainda me deixou dirigir o barco e tirou minha foto! Nada como ser uma pessoa simpática e ter uma mãe local para conseguir desconto, haja argumento para convencer do desconto sendo paulista e branquela...hahaha Depois dessa, fiquei me sentindo até uma local, me convenci disso definitivamente e convenci os outros...hahaha
No fim do passeio mais uma casinha de palafita com a ponte do Rio Negro ao fundo! É um dos passeio que mais gosto de fazer no Brasil. Dessa vez eu conheci de pertinho uma mata de igapó e fizemos observação dos sons da floresta e identificamos muitos tipos de vegetação. 
E sem dúvida nenhuma o que eu mais gosto de Manaus é ela ser uma cidade no meio da floresta Amazônica e cercada por vários rios importantes que você quase não vê a margem do outro lado, parece mar. Quando falo como é Manaus para o pessoal daqui do Centro-Sul do Brasil poucos acreditam que possa existir uma cidade de grandes proporções na Amazônia. A comida japonesa é tão popular em Manaus quanto é em São Paulo, com a diferença que em Manaus é mais caro. Enquanto em São Paulo temos temaki por 5 reais, em Manaus custa 20 reais. A comida em geral é muito cara, haja vista a dificuldade dos produtos chegarem nessa região.
Gostei muito da definição do marido de uma amiga sobre Manaus: "Aqui é uma ilha, só é possível chegar de barco ou de avião". Sem dúvida é uma cidade isolada do Centro-Sul e do Nordeste devido aos rios, mas é uma cidade que vem crescendo muito e isso é o que mais gosto dessa cidade. Uma cidade em crescimento também é uma cidade com muitos problemas e um deles que mais me assustou nessa minha quinta visita foi o trânsito caótico e muitos engarrafamentos que enfrentei por aqui. Por muitos instantes me sentia em São Paulo...fiquei chocada com isso!
Continuo no próximo post!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Extrema aventura!

Olhando para a foto ao lado é difícil de imaginar que se trata de um local que está a 100 Km de São Paulo!

Essa foto é do Parque Municipal Cachoeira do Salto em Extrema, sul de Minas Gerais e a primeira cidade mineira próxima a São Paulo. Não se paga absolutamente nada para conhecer esse parque municipal!

O sul de Minas é famoso por ter vários lugares e opções de aventuras como trilhas, bóia-cross, saltos, quadriciclo e muito mais. Para saber e conhecer as opções de aventura acessem www.extrematur.com.br

A aventura foi um convite de um grande amigo aventureiro chamado Marx que com essa ida já era a terceira vez que ele ia a Extrema.

O Marx sabe que minha amiga Fernanda e eu amamos todo e qualquer tipo de aventura, no rio, na mata, no ar, no mar é com a gente mesmo....hahaha tanto que nos conhecemos flutuando no Rio Formoso em Bonito no Mato Grosso do Sul no carnaval de 2009.

Na foto, minha amiga Fernanda e eu aguardando as instruções para dirigir esse tipo de veículo. Foi minha primeira experiência, e da Fê também, nesse tipo de veículo e confesso que AMEI. Fomos a Extrema com o objetivo principal de andar de quadriciclo que é um tipo de veículo automotivo específico para estrada de terra. Parece uma espécie de trator mas com fins de diversão.


É preciso ter carteira de habilitação para dirigir este veículo, caso a pessoa não tenha ela vai na garupa. Como todos nós 3 somos habilitados, cada um dirigiu seu próprio quadriciclo.

O passeio é muito bem organizado pela Alexandra da extreme adventure, coletes de sinalização e capacetes são ítens de segurança inclusos no paseeio! No começo é aquela adaptação ao veículo e nós três seguimos a nossa guia que estava num jeep.

Depois de percorrer um grande trecho de estrada de terra paramos para uma pequena trilha para avistar uma cachoeira e descansar um pouquinho. O sol estava bem forte e um céu azul lindo que nos permitiu excelentes fotos!

Seguimos nosso percurso até o Empyreo Destilaria onde produz e vende cachaças artesanais, a bebida mais brasileira possível e bem típica do interior e de Minas Gerais. É possível degustar cada uma delas, são bem docinhas! Na foto sou eu degustando meu sabores favoritos de côco e de abacaxi!

Nesse local é possível ir ao banheiro, tem uma lanchonete com quitutes típicos preparados pela dona do local. A simpatia e o preparo de bolos e do típico pão de queijo mineiro foi o ápice da infraestrutura que o turismo de aventura pode proporcionar.

Quando eu conheço lugares com infraestrutura eu me apaixono imediatamente pelo local e recomendo conhecerem.

Então, se alguém procura diversão, sol, simpatia de tratamento, comida típica, a cidadezinha de Extrema é uma excelente opção e pertinho de São Paulo! Olha que araucária linda na foto!

Ficamos o sábado inteiro lá e voltamos no mesmo dia. Então, fica minha dica de passeio, mais informações acessem o link:
http://www.extremeadventure.com.br/

Tenho que agradecer muito ao Marx pelo convite e pelas fotos e vídeos! Ano que vem ao que tudo indica vamos fazer mais aventuras desse tipo, mal posso esperar para voltar ao PETAR!!!!!

domingo, 12 de setembro de 2010

O Parque Estadual do Jalapão: Lado B

No post anterior eu falei de um lindo lugar no Tocantins chamado Jalapão. Apesar de toda beleza natural que o lugar tem, há um lado B me irrita profundamente!
O Brasil na minhã opinião é o país com uma riqueza natural absurda. Não conheço nenhum país parecido com o que temos aqui. Recebemos por ano, 5 milhões de turistas estrangeiros embora a demanda de turistas brasileiros viajando é cada vez mais crescente dentro do território nacional.

O potencial turístico do Brasil é enorme mas nosso país esbarra numa coisa chamada falta de infraestrutura. O país está economicamente forte e crescente mas não adianta nada tudo isso se não tiver infraestrutura para receber o turista adequadamente.

Viajar pelo Brasil não é barato como poderíamos pensar, muitos estrangeiros que ficaram meses viajando por aqui já me relataram isso. Como o custo de vida em São Paulo é mais caro, quando viajo pra outros lugares eu sinto, em geral, que meu poder de compra é maior. Uma inglesa que mora há 1 ano em São Paulo e que já morou em outros países (Reino Unido, Canadá, Tailândia) também me relatou que aqui é o lugar mais caro que ela já viveu.

Toda essa introdução para falar do lado B do Jalapão:

1) O Jalapão não é um lugar barato de se conhecer. Há muitas empresas lá que cobram uma fortuna para conhecer os principais pontos turísticos.

2) O acesso às atrações do parque é muito difícil, em geral é necessário ir com um carro 4X4 e com um guia local. O lugar ficará ideal quando a rodovia de terra for asfaltada. É o mínimo que o parque precisa fazer se quiser preservar e atrair visitantes e consequentemente gerar renda para o local.

3) As placas de sinalização das atrações foram arrancadas, provavelmente não foram turistas e sim locais. Se os locais tiram as placas é porque para eles compensam deixar a coisa do jeito que está. Desse modo, nós turistas do sudeste, apreciadores da natureza, somos obrigados a ir pelos guias locais. Conheci um grupo de Goiás que sempre vai ao Jalapão, eles vão sem guia. Não é obrigado a entrar no parque com guia...como não somos locais acabamos contratando guias.

4) Além do preço do pacote ser muito caro, quando chegar nas Dunas e no Fervedouro é necessário pagar a entrada para os moradores locais. O que mais me irritou foi que nas Dunas, logo na entrada uma menininha de no máximo 10 anos de idade impede a passagem dos carros que não pagarem a entrada. Ecoturismo com trabalho infantil no Parque do Jalapão é inaceitável pra mim, exploração infantil é crime!

5) Não há nenhuma infra-estrutura de banheiro. Eu não tenho frescura mas para um lugar turístico um mínimo de infra é necessária.


6) Em caso de acidente, a cidade mais próxima está há 200km de distância das atrações por estrada de terra. Um dia depois de conhecer a Cachoeira da Velha uma pessoa morreu afogada no rio e pelas informações dos locais é a coisa mais comum alí, ou seja, muito cuidado! Não é seguro, alguns rios tem uma correnteza forte mesmo.


7) Os preços das pousadas em Ponte Alta podem chegar a ter uma diferença de 200% pelo mesmo tipo de serviço e com uma qualidade de serviço mínima, eu diria até precária. Não fiquem na Pousada da Dona Lázara e nem na Pousada do Portal do Jalapão, são extremamente caras pelo tipo de serviço que oferecem.


8) Eu sugiro na cidade de Ponte Alta a Pousada e Rastaurante Beira Rio do Jalapão na Rua Manoel Cavalcante, 771 (fone 63 3378-1108, 3378-1172) próximo da principal ponte da cidade e de frente para o rio do Jalapão. O dono dessa pousada cobra o preço que realmente vale para as condições da região, a diária para 3 pessoas custa R$50,00 (cinquenta reais). Não paguem mais que isso, o padrão das outras 2 acima é o mesmo. Se você pagar mais que esse preço você está sofrendo extorsão.

9) Entendo também que as condições sócioeconômicas do lugar são mínimas, mas há uma minoria letrada que se aproveita dessa situação para explorar e com esse tipo de mentalidade o lugar não desenvolve, não atrai mais turistas e ficará sempre assim.

10) Dinheiro chama dinheiro, infraestrutura atrai turistas, uma estrada asfaltada atrai turistas, placas sinalizando os pontos turístiscos atraem turistas, bom atendimento atrai turistas, boa comida atrai turistas. Uma sorveteria típica com os frutos do Cerrado cairia muito bem para o local com o calor que faz na região. Um divulga para o outro e há melhora para a região e seus moradores. Parece super óbvio, mas isso não acontece ainda no Jalapão.

-Uma curiosidade, há muitos migrantes cariocas na região do Jalapão....vai ver que é por isso que a região não avança, se fossem paulistas isso não aconteceria...hehehe! Parece piada, mas há um fundo de verdade! Nada contra os cariocas, embora meu pai nunca gostou de cariocas...acho que eu entendo os motivos! hehehe

Enfim, nas atuais condições eu não sugiro conhecer alí, há outros tantos lugares maravilhosos no Brasil. Só se sua profissão tiver alguma relação com as ciências da natureza, como era o meu caso e de meus amigos geógrafos ou para um engenheiro florestal, biólogo e etc. Para quem não é dessas áreas, há muitíssimas opções parecidas e com infra-estrutura em outros lugares do Brasil.

Eu amo turismo de aventura mas não concordo em ficar nas mãos de poucos que cobram uma fortuna para conhecer o que foi esculpido pelo natureza. É possível aliar um preço justo e preservação da natureza. O lugar é lindo, mas a beleza não é única, a vegetação, as cachoeiras, o fervedouro e os tipos de paisagens são bem similares a outros lugares existentes no Brasil:


1) Bonito no Mato Grosso do Sul é infinitamente melhor, pra mim é o melhor exemplo de turismo que alia aventura e preservação da natureza com uma super infraestrutura. Já fui uma vez e quero muito voltar, alí sim é um lugar ímpar no Brasil. Os preços são tabelados e todas as agências praticam o mesmo preço e com um número de pessoas que não vão agredir e assustar os peixes locais.
2) Recomendo também o Parque Nacional de Foz do Iguaçu, um lugar ímpar no Brasil, maravilhoso mesmo!


3) Outros lugares que recomendo aqui no Estado de São Paulo é o PETAR no Vale do Ribeira e Brotas no interior bem próximos de São Paulo. Eu amei o PETAR e com certeza eu voltaria, é maravilhoso alí!

4) Recomendo também a Serra do Mar, mais perto ainda de São Paulo. Essa eu só vou com meu amigo especialista em sobrevivência na selva que conhece todas as trilhas, já organizei várias idas com amigos pra lá e todos amaram o lugar. Rafa, me aguarde que eu vou te pentelhar pra ir nas melhores trilhas que só você conhece bem!

Para terminar, é necessário ter um mínimo de infraestrutura para que possamos aproveitar a natureza sem que corramos risco de vida e com preços justos. Ou então o Jalapão vai ficar como está, somente uma minoria visita e uma minoria local ganha dinheiro e a grande maioria vivendo subordinada aos letrados que não entendem absolutamente nada de ecoturismo.
Essa foto que na placa diz: "Tocantins o Estado da livre iniciativa e da Justiça Social" tem muito ainda que avançar!

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

O que sobrou do Cerrado: Jalapão - lado A

Depois da Floresta Amazônica (que ocupa 50% do território), o Cerrado (que ocupa 24% do território) é o maior domínio morfoclimático que temos no Brasil. Nessa mesma latitude no continente africano encontramos o bioma Savana. O Cerrado lembra muito mas não pode ser chamada de Savana, embora ela em vários lugares aparece como "savana tropical". A biodiversidade desse domínio é altíssima, muito mais que as próprias savanas africanas.

O Cerrado é uma vegetação típica do chamado Brasil central, conforme mostra a figura ao lado. Mas "graças" a expansão agropecuária que começou no sul e avançou na direção norte do país, o Cerrado diminuiu territorialmente. Ao que tudo indica, essa expansão agropecuária já bate na porta e pede passagem para a Floresta Amazônica.

Nas minhas férias eu tive a oportunidade de conhecer o Parque Estadual do Jalapão no Tocantins que foi criado em 2001, o ano em que eu entrei na faculdade :-)

Como eu tive um amigo que estudou muito o Jalapão na época eu elegi como um dos lugares que merecia receber a minha visita! hehehe Graças a uma mega promoção da Passaredo, eu e meus dois querido amigos geógrafos nos aventuramos rumo ao Jalapão.
Conhecemos o estado do Tocantins que foi a última unidade federativa criada em 1989 e portanto a mais jovem de todos os estados brasileiros, tem apenas 21 anos.

Eu gostei muito de conhecer uma Vereda de pertinho, durante todo o passeio no parque era possível avistar várias veredas...essa ao lado foi a mais próxima que encontramos, é linda!

Vamos para a definição do Aziz Ab Saber :

"As veredas são corredores de formações herbáceas rasas no fundo de planícies. Formam, assim, os grandes caminhos naturais para a circulação de animal no interior do país."

Agora uma definição mais popular: "A vereda seria o equivalente ao oasis no meio do deserto" definição do meu amigo Marcelo! Adorei!

Os buritis, as árvores grandes ao fundo, são aproveitados para fazer doces, sorvetes, sucos e até mesmo cremes. Meu creme da Natura favorito por acaso é de buriti!

Enfim, o Parque Estadual é importantíssimo para a preservação do Cerrado. Não quero nem imaginar essa área sendo invadida pela agropecuária! Fico pensando nas áreas que já foram devastadas.

Não é a toa que o Brasil hoje é o segundo maior produtor de soja do mundo...soja essa que acabou com boa parte do Cerrado conforme o mapa acima.

Infelizmente o desenvolvimento econômico e preservação ambiental são grandezas inversamente proporcionais!

Termino o post com um trecho do livro "Grandes Sertões: Veredas" do Guimarães Rosa:

"o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas -- mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior."

Acho que esse trecho se aplica muito bem aos lugares também!
PS:
1-Só nesse mês meu blog chegou a mais de 2.000 acessos...um número recorde! Obrigada pelos acessos! :-) ;-)
2- Aguardem o meu post sobre o lado B do Jalapão!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Conhecendo as famosas Cataratas do Iguaçu

Catarata por definição é uma queda de água no leito de um rio com declividade. Geologicamente falando, toda catarata é um tipo de falha geológica, diga-se de passagem é uma linda falha esculpida pela própria natureza.

Um das cataratas mais famosas é conhecida como Cataratas do Iguaçu, uma falha geológica no rio Iguaçu que divide o Brasil e a Argentina, foto ao lado.

Foi uma das maiores emoções da minha vida conhecer as Cataratas do Iguaçu, é impressionante como essa falha é perfeita e linda. Eu definitivamente recomendo muitíssimo conhecer as Cataratas do Iguaçu. Não é necessário entender de geologia para ficar impressionado com as cataratas, todos no parque ficam em estado de puro encantamento durante todo o trajeto com desse espetáculo da natureza.


Antes de conhecer as cataratas eu pesquisei sobre os dois parques e li muitas opiniões interessantes. Eu conheci primeiro o Parque Nacional do Iguaçu no lado brasileiro e digo com todas as letras que é uma das melhores infra-estruturas que já vi e que não deve absolutamente nada para o Parque Nacional do Grand Canyon por exemplo.
O parque nacional brasileiro está de parabéns, fiquei encantadíssima com toda a estrutura do parque. Em uma manhã ou uma tarde é possível conhecer todo o parque do lado brasileiro, tem ônibus do terminal de Foz que passa pelo aeroporto e vai ao parque. Muitos brasileiros e estrangeiros vão de ônibus mesmo, é bem fácil e tranquilíssimo. Vi que é possível desembarcar do aeroporto e conhecer o parque e voltar ao aeroporto, é bem fácil e perto também.

Pude perceber na imagem de satélite (foto acima) que o Parque Nacional do Iguaçu em área é maior que o Parque nacional do Iguazu da Argentina.

O parque argentino é maravilhoso também e apesar de ser menor que o brasileiro oferece mais opções de passeios e já na entrada eles oferecem a possibilidade de revalidar o ingresso para voltar no dia seguinte pagando menos. Sem contar que para visitantes de origem dos países do Mercosul pagam a metade, viva o Mercosul! hehehe

Quanto aos passeios de barco, há o macuco safari do lado brasileiro que dura 2 horas e meia e vai até a garganta do diabo, porém há muito mais opções de barco do lado argentino. Eu fiz o Grand Aventura do lado argentino que pelas recomendações da internet era o melhor, é muito bom mesmo. Antes do passeio de barco tem uma trilha num caminhão pela floresta guiada, para quem não conhece a vegetação da região é excelente. Eu particularmente não gostei desta parte porque eu entendo razoavelmente bem de vegetação...as explicações foram bem básicas e eu não vi nenhum animal no caminho!
Enfim, se prepare para tomar um banho nas cataratas, o barco praticamente entra embaixo da cachoeira....eu nem acreditei, é maravilhoso! Quem for, vá com capa de chuva e chinelos, é um banho de cachoeira mesmo fazer os passeios de barco. Vi as cataratas de todos os ângulos literalmente!

Enfim, recomendo muitíssimo conhecer as Cataratas do Iguaçu e pra mim é difícil dizer se o lado brasileiro ou argentino é melhor. Fico com a definição de uma jovem colombiana que eu conheci que disse: "Os dois lados tem o seu encanto!" Eu concordo com ela! Cheveri! (é a expressão que os colombianos e equatorianos falam para as coisas muito legais)
PS.:
1- A jovem colombiana que eu conheci disse que eu falo espanhol com o sotaque da Espanha...essa foi muito boa! hahahaha Eu sempre senti que meu espanhol está mais para o portunhol!
2- Entre um passeio e outro eu relaxo escrevendo os posts!
3- Ainda estou de vacaciones! Ainda tenho mais 10 dias pela frente.
4- Como é bom renovar as energias viajando!

sábado, 12 de setembro de 2009

Ecoturismo em Bonito, Mato Grosso do Sul


Vou descrever aqui uma das cidades que mais me impressionaram em termos de belezas naturais, essa cidade se chama Bonito em Mato Grosso do Sul. Simplesmente impressionante o alto nivel de infraestrutura que este lugar oferece, tudo muito organizado e preservado. Todos os passeios tem precos tabelados e deve ser agendado por algum agente de turismo da cidade. Eh impossivel chegar na Gruta Azul por exemplo e tentar comprar o passeio. Existe um limite de visitantes em cada atracao para justamente preservar o meio ambiente. Todos levam muito a serio essa questao na cidade.
Ha diversas opcoes em Bonito mas o mais famosos sao o Aquario Natural e a Gruta Azul, como eu fui no carnaval junto com minha companheira de aventuras Fe nao conseguimos ir nesses tops pois ja estavam todos lotados para todos os dias e horarios. Mas eis que percebemos as milhares de opcoes disponiveis e menos procuradas mas que nao deixa de encantar do mesmo jeito. Absolutamente todos os rios de Bonito sao transparentes na proporcao de 100%. No Brasil eh o maior aquario natural em aguas continentais, rio. Nao sei que outro pais tem algo parecido com Bonito. O passeio do Rio Sucuri eh inacreditavel, foto acima, nesse passeio eh possivel observar o relevo subaquatico, a flora e a fauna em total harmonia e voce flutuando seguindo o curso do rio como se fosse um peixinho tambem.

Todos os passeios em Bonito sao pagos e nao sao baratos por isso eh preciso fazer uma selecao do que ver. A Gruta Azul e o Aquario Natural sao em Media R$130,00 cada um. O passeio do Rio Sucuri custa R$70 reais incluso as roupas e equipamentos. O Parque ecologico eh R$45 com almoco. Outro economico e muito bom eh o Balneario Municipal que custa R$10 reais. Essa foto ao lado eh a minha amiga Fe no Balneario Municipal, obviamente fui eu quem tirou essa foto show...hehehe Como voces podem ver tem passeios para todos os bolsos e com a certeza que voce vera muitos e muitos peixes. Eu nunca vi tanto peixe de pertinho e eles nao fogem de voce, pena que eles nao falam senao eu tenho certeza que eles viriam conversar com os turistas...hehe

Essa foto sou eu entrando no rio com um certo receio mas pode-se dizer que depois de Bonito eu perdi muito o meu medo de rio e peixes, da proxima vez vou ate cumprimentar os peixes com beijinho no rosto....hehehe
Venho percebendo que tem muita gente que tem medo de agua, em Bonito eu vi bastante e em Maragogi tambem, me senti destemida perto dessas pessoas.
Ah lembrei, o passeio de boiacross em Bonito custa R$35,00, muito caro para o meu gosto. No PETAR aqui em Sao Paulo custa R$5,00 e eh bem mais rustico e emocionante cheio de obstaculos. Acho que Bonito eh para estar em contato direto em primeiro grau com a natureza, nao ha necessidade de descer o rio por cima, eh mais Bonito descer por dentro do rio...hehehe
O camping Rio Formoso custa R$15 em alta temporada e R$10 em baixa, uma infra muito boa e a dona do camping uma preciosidade de simplicidade. Na cidade tem hostel da Hi Hostelling por R$30,00 em baixa e R$45 em alta.
No caderno de turismo esse ano saiu uma reportagem sobre a cidade de Jardim que fica ao lado de Bonito que esta ganhando forca no turismo com muitos lugares belissimos a conhecer, nao conheci mas sinto que voltarei a esse paraiso
Preciso dizer que vale muitissimo a pena conhecer BONITO?